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2012

O fim do mundo, a qual muitas pessoas estão se referindo devido as previsões MAIAS, não é exatamente o FIM DO MUNDO, e sim o fim da ERA DE PEIXES. Estamos rumando para a ERA de AQUÁRIO. Os Egípcios e outras civilizações antigas, muito mais avançadas do que a nossa atual, se utilizavam da observação dos ASTROS ( não das celebridades ) para entender e perceber as transformações da NATUREZA. JESUS CRISTO, foi o grande representante ( nas religiões OCIDENTAIS principalmente ) desta ERA, por isso algumas igrejas inclusive usam o PEIXE como símbolo, já repararam nos adesivos de carros?
Pois bem, o fim desta ERA está chegando e novos tempos e transformações virão com ela. É o NOVO AEON que RAUL SEIXAS cantava  (; . A Natureza fará, como já vem fazendo, UMA LIMPA no planeta, mas isso não deve ser visto como algo negativo. O Homem ocupou espaços e fez opções SEM considerar o poder SUPREMO que nos rege, que é a MÃE NATUREZA. Ela é quem sempre ditará os caminhos, e a MÃE NATUREZA, é indiferente a PREPOTÊNCIA do homem, que acha que só porque “PENSA” pode dominar a tudo e a todos os outros SISTEMAS do planeta Terra, sem considerar as consequências. Não EXISTE FIM DO MUNDO, existe o FIM DE UMA MENTALIDADE, e que nós consigamos de uma vez por todas, dar FIM A ESTA MENTALIDADE INSANA, de achar que podemos TUDO. Respeitar a força suprema é um bom começo. As transformações já começaram, procure dentro de ti as que poderão lhe fazer bem!!!

Tico Santa Cruz

 

O Brasil é um país no qual a miscigenação está no âmago da formação da sociedade brasileira. As marcas históricas das imigrações são visíveis na própria formação física, na identidade, resultando uma pátria que carrega a origem européia, indígena e negra, mas com discriminações.

É preciso inicialmente, analisar que, no período da colonização, o país era um vasto território natural ocupado por indígenas cujas tribos possuíam a divisão do trabalho entre os homens, responsáveis pela caça e guerrear, enquanto as mulheres faziam o alimento e cuidavam da tribo. Aos poucos os portugueses colonizaram a terra e impuseram os núcleos da formalidade, a moral, a religião, a cultura e a regra patriarcal européia. As relações familiares eram organizadas a partir da autoridade do chefe de família onde o homem representava o poder e a mulher era confinada ao espaço doméstico, submetida à figura do patriarca.

Simbolicamente não existiu nenhuma figura feminina nos primeiros trezentos anos de colonização. Apenas após o período de independência, com a chegada da família real, a abertura dos portos, investimentos no desenvolvimento das cidades e o fluxo de mais pessoas dando presença a damas na realeza que se destacou, por exemplo, a figura da baiana Maria Quitéria, escondida no disfarce de homem militar, que lutou pela independência do Brasil, movida pela bravura, o inconformismo na sociedade e o contexto em que vivia.

Ao longo dos anos, boas partes das mulheres permaneceram confinadas em casa, conquistando vagarosamente uma lei à educação feminina no período do Império, permitindo que as meninas participassem dos níveis básicos da escola, mas proibindo suas presenças nos níveis superiores.

No século XIX, surgiram sinais de que as mulheres emergiam um papel ativo socialmente. Nessa época, no Rio de Janeiro,
Chiquinha Gonzaga tornou-se a primeira maestrina popular brasileira, participando também ativamente do movimento abolicionista, já que se vivia uma época de escravidão entre os negros. Foi um período em que a luta pelo respeito de direitos básicos às mulheres misturou-se por vezes à militância abolicionista, pois elas batalharam para serem aceitas como seres humanos com capacidades iguais às dos homens e reconheceram com facilidade a crueldade da
escravidão.

Durante o Império, apenas homens livres e com alta renda possuíam direito ao voto. Com a chegada da República, ele passou
a ser um direito de todos que eram alfabetizados com mais de vinte e um anos de idade, enquanto as mulheres conquistaram o mesmo direito ao exercício de cidadania apenas no governo do presidente Getúlio Vargas, nos anos trinta, que
instituiu como o novo Código Eleitoral e o direito de voto feminino.

Nesse mesmo período uma judia alemã com alma brasileira, Olga Benário, defensora do comunismo, lutou fervorosamente para acabar com um regime nazista e contra as injustiças sociais. Casou-se com o líder comunista brasileiro, Luís Carlos Prestes, ambos viveram no Brasil sob a clandestinidade até serem descobertos pela polícia e ela deportada para a Alemanha dando luz a sua filha em um campo de concentração.

Foi no pincel de Tarsila do Amaral que um Brasil saiu da obscuridade, trazendo personagens que um dia não tiveram o seu
valor e transformando- os em imigrantes protagonistas de suas obras: nordestinos, mulatas, índios, caboclos, destacaram-se na arte modernista.

Obstinada e com uma personalidade forte e revolucionária, irmã Dulce, uma freira baiana dedicou sua vida em prol da comunidade carente. Deixando um grande exemplo de solidariedade ao mundo, ela desempenhou com amor trabalhos sociais ajudando milhares de enfermos e pobres.

Mas, foi nos anos sessenta que os movimentos feministas atingiram então sua força máxima. Época
em que a generalização dos métodos contraceptivos, principalmente a pílula anticoncepcional ofereceu às mulheres mais controle sobre o próprio corpo. Enquanto intelectuais e escritoras como a norte americana Betty Friedan questionavam em suas obras o tradicional papel feminino dentro da sociedade, um movimento de mulheres invadiu as universidades, as ruas e o mundo do trabalho em boa parte do planeta.

Entre os protestos por democracia, ouvem-se também as vozes femininas, incluindo as da nossa atual presidenta, Dilma Rousseff, então uma universitária revolucionária na época.

Foi na simplicidade, que Cora Coralina, doceira de setenta e seis anos, produziu obras poéticas ricas em motivos do cotidiano e sensibilizou as pessoas. Segundo ela: ‘’ muitas vezes bastava ser: o colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silêncio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove. E isso não é coisa de outro mundo, é que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem
longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz é aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina’’.

No mundo contemporâneo, embora todos os esforços realizados pelas gerações passadas ainda existe a desigualdade entre
os gêneros: as mulheres recebem salários inferiores aos dos homens, apesar de terem o mesmo cargo, há violência doméstica e sexual; machismo, desvalorização da imagem feminina pela grande exposição na mídia e além de tudo isso, elas sustentam com dignidade o núcleo familiar, ou seja, possuem deveres e raramente são reconhecidas.

Em face do exposto, é imprescindível que o novo palco da história contenha personagens que sejam individualizadas por suas
essências, caráter, valores e ética ao contrário da cor da pele, da etnia, da opção sexual e principalmente do gênero.

As diferenças entre homens e mulheres sempre existirão. E, se no passado muitos se sacrificaram pelos direitos humanos, hoje
nós devemos criar uma corrente de reflexão e ação para um mundo mais justo e igualitário.

Observa-se diariamente cenários de injustiças sociais, berço da civilização como a Africa do Sul, sendo explorada por superpotências nas quais retiram matéria prima do continente aonde nasceu a principal riqueza do mundo: A vida. Países com os maiores índices de desenvolvimento humano, econômico  e social crescendo a custa das mãos, suor e criatividade dos países subdesenvolvidos.

A exploração e disputa por riquezas naturais, territórios é interminável cujo o único objetivo é o poder.

É possível sim organizar uma corrente de reflexão e ação dentro do sistema capitalista em que vivemos. Seria utopico lutar por uma democracia socialista. Essa ideologia e geração já desempenhou um papel fundamental na história nos anos sessenta, cuja característica foi a liberdade de expressão, a participação política dos jovens ( valores estes que deveriam ser resgatados na atual geração, que não se importa muito em politizar), e a luta por uma democracia anti totalitarista e autoritária. Atualmente, se for para derrubar, que sejam as barreiras do impossível, o conformismo e ausência de reivindicações.

Se for para guerrear, que seja pela educação de qualidade, saúde, moradia a todos, distribuição de renda e acesso a cultura por aqueles que não têm oportunidades.

Se for para se perder que seja em uma noite estrelada aonde consegue-se ver um Deus sem estereótipos religiosos ou uso político da religião. Um Deus manifestado na natureza, nas atitudes boas, nos abraços, nas ações solidárias.

Se for para matar que seja a fome de milhões de crianças que morrem na África, no norte do Brasil, nos subúrbios da India… Da ruptura da ética, da corrupção e da imprensa que não mostra a realidade.

Se for para explorar que sejam os desejos de transformar as pessoas em seres mais HUMANOS.


Sábado abençoado eu passei  realizando trabalho voluntário a convite de uma  ex professora, Valéria, contando histórias do folclore indígena para os alunos da escola Aprígio em Mogi das Cruzes. Me caracterizei de índia e em forma teatral contei várias lendas indígenas e do folclore brasileiro. Só tenho a agradecer ao carinho que recebi dessas crianças, da direção e dos educadores. Levar cultura e receber esse presente em troca, não tem preço!

 

A descoberta do fogo foi o primeiro contato do homem com uma forma concreta da produção de energia.  Seus primeiros registros remontam aos períodos Paleolítico e Neolítico, cerca de 600 mil anos A.C lá até a contemporaneidade, a energia é ferramenta do desenvolvimento civilizatório. A evolução do ser humano está intrinsecamente relacionada ã sua capacidade de gerar energia.

Observa-se que a matriz energética é uma das mais diversas do mundo. Alternativas à geração de energia de combustíveis são uma preocupação histórica brasileira. Na década de 1970, um tema dominante nessa área foi o Proálcool, programa que previa a substituição, em larga escala, dos combustíveis derivados do petróleo por álcool. Financiado pelo governo federal, a partir de 1975, o plano foi uma resposta à crise mndial do petróleo em 1973.

Quase 40 anos após o seu início, o álcool combustível brasileiro passou a ser chamado de etanol, e o Brasil tornou-se referência mundial em sua produção e uso.

Atualmente, outros projetos do governo federal suscitam discussões similares às do Proálcool. Dentre eles destacam-se a construção da hidrelétrica de Belo Monte e a exploração do pré-sal. Quem apoia a criação de Belo Monte vê na futura hidroelétrica a manutenção do abastecimento energético no país. Os contraditórios à sua construção, apontam como maior crime ambiental nas últimas décadas, pelo fato de sua barragem gerar alterações socio ambientais.

Se contar no desmatamento da floresta e alteração do leito de rios da região. Já o pré- sal é interesse político. A perspectiva de exploração em reservas de petróleo e gás em alto mar, no Sudeste, área batizada de pré- sal onde o ponto divergente reside na divisão dos royalties resultantes da comercialização dessa matéria prima.

Porém há opiniões contraditórias à exploração do pré- sal e principalmente o petróleo.Segundo um dos diretores do Banco Central, ” O homem não saiu da idade da pedra por falta de pedra, e sim por encontrar novas alternativas de evoluir. Portanto é imprescindível que o homem, segundo ele, saia da idade do petróleo antes que o petróleo acabe com a idade do planeta.”

E há aqueles que acreditam que o Brasil e qualifica em função as reservas de pré-sal fazendo-o ser um grande player no mercado mundial de petróleo e gás.

Assim, é imprescindível que o país invista em energias renováveis, baseadas na economia verde de sustentabilidade, mas principalmente que todo produto interno bruto esteja diretamente proporcional ao desenvolvimento humano da sociedade cuja distribuição de renda seja equivalente ao crescimento econômico do país. Existe um país que ainda sente fome de cultura, comida, arte, educação, saúde, dignidade e respeito. Um país que almeja chegar a quinta maior economia do mundo deve trabalhar junto com as autoridades para zelar a diversidade e que as pessoas e o meio ambiente sejam sempre prioridades!

 

Estava viajando nesse final de semana, quando vi em meu cel logo pela manhã, a notícia da morte de Amy. ” O Clube dos 27″: Kurt Cobain , Jimmy Hendrix, Janis Joplin, Brian Jones, Jim Morrison e agora Amy Winehouse se foram muito cedo, deixando às pessoas o talento musical, a genialidade incrível de composições que marcaram vidas e um reflexo e herança maldita das drogas que desenhou uma geração desde os anos 60 e que infelizmente destrói sonhos, famílias, amizades, amores e dons.

Engraçado como um fato vem, de vez em quando, botar as coisas em perspectiva.

Amy Winehouse morreu. De verdade. Fato.

Acabou o reality show macabro de sua vida. Nenhum fã vai poder aplaudir de novo quando ela chegar ao palco bêbada, ou quando esfregar as costas da mão no nariz, como se tivesse acabado de dar um teco.

Ontem, a mãe de Amy, Janis, disse aos jornais: “A morte dela era apenas uma questão de tempo. Pouco depois, a família Winehouse divulgou uma nota à imprensa, pedindo “privacidade”.

Curioso: a mesma família que pede privacidade é a que passou os últimos anos dando entrevistas a programas de TV sensacionalistas, como fez o pai de Amy, Mitchell.

A verdade é que a vida de Amy Winehouse foi uma espécie de farsa trágica, acompanhada em tempo real pelos fãs e pela mídia.

Amy não foi uma vítima. Era maior de idade e sabia muito bem o que estava fazendo.

Era uma pessoa doente e que precisava de tratamento.

Infelizmente, muita gente dependia dela. Celebridades não têm tempo para se tratar, porque não podem simplesmente desaparecer.

Uma das coisas mais sensatas que ouvi sobre o caso de Amy veio do médico norte-americano Drew Pinsky, especialista em tratamento de viciados. “Uma pessoa que chega ao estágio em que Amy chegou precisa de muitos meses de tratamento só para recuperar a consciência de que precisa se tratar”, disse. “Só que ela é uma celebridade, de quem muitas pessoas dependem para ganhar dinheiro, e parar de trabalhar é a última prioridade”.

Pisnky citou, como caso de recuperação bem sucedida, o ator Robert Downey Jr.: “Ele fez o certo: sumiu de cena por dois ou três anos, completou seu tratamento, e depois retornou à vida pública”.

Ironicamente, Pinsky é apresentador de “Celebrity Rehab with Doctor Drew”, um programa de TV dos mais apelativos, em que subcelebridades tentam se livrar do vício em drogas e álcool.

Diz muito sobre nós que a pessoa convidada para “iluminar” o caso de uma celebridade junkie seja, ela mesma, uma celebridade.

Sempre defendi aqui que a mídia é um espelho da sociedade. A mídia não cria, ela replica o sentimento coletivo.

Se existem repórteres e “paparazzi” que viviam perseguindo Amy, é porque há uma multidão de consumidores, babando por informações sobre a cantora, por mais inócuas que fossem.

E se outras junkies talentosas como Bille Holiday ou Janis Joplin tivessem vivido durante a era do Youtube, garanto que haveria um site como www.when willbillieholidaydie. Sinal dos tempos.

Escrito por André Barcinski às 10h40 – UOL

Gravando!

Uma das melhores experiências profissionais que tive foi trabalhar como repórter no Programa Cidade Viva, um programa de entretimento com uma equipe unida, que veste realmente a camisa para levar informações ao público mogiano. Esse convite  feito pelo Leandro Sergio, repórter do programa e um mestre. Foi enriquecedor  trabalhar esse tempo,aprendi muito sobre a profissão de repórter e vou levar para toda vida. Nesse dia, fomos conferir uma noite de música de muita qualidade no projeto Quarta Nobre no Mogi Shopping, dessa vez com o músico Rafa Barreto. Espero que gostem!

 



Há algum tempo vem existindo um apagão nos recursos humanos. Um país não se desenvolve se não investir em tecnologia, inovação, saúde e principalmente em educação.

É preciso em primeiro lugar, lembrar que se nas escolas fosse disponível laboratórios, aulas no período integral, bibliotecas, salas de informática, alimentação, os economistas apontam que seria preciso gastar dez por cento do PIB por dez anos. Educação em período integrado não é como escola, pois ocorre no horário normal de um período, combinando com outras atividades pedagógicas em que a criança e o jovem possa ir a museus, visitar parques, comunidades e assim será educado por outras práticas que não necessariamente em sala de aula.

Não se pode esquecer que para isso ocorrer é preciso melhorar a qualidade do gasto público e evitar desvios de verba pública como acontece no nordeste brasileiro em que são roubados os recursos públicos e também o futuro das crianças e adolescentes.

Além desse fator, não se pode esquecer que ainda existem quinze milhões de jovens analfabetos, quaretna por cento de crianças que, se alfabetizam, mas que não entram ou concluem o ensino médio. É imprescindível aumentar os investimentos, gerar igualdade de oportunidades para que o país possa fazer juízo das imensas oportunidades que ele tem.

Temos o exemplo de um presidente da república que mesmo sem ter conhecimento acadêmico que muitos tiveram por ausência de oportunidades, passou fome e muitas dificuldades na vida no lugar onde nasceu e cresceu, em Pernambuco, mas conquistou um país, o mundo e foi um dos únicos presidentes que governou e que pagou a dívida externa, desenvolveu planos pra melhoria do país focando nos menos favorecidos e foi o povo que o elegeu pois confiaram em um deles. É claro que ainda há muito o que fazer, muitas falhas no sistema mas se for observar o contexto histórico do país, encontraremos um desenvolvimento notável.

Outro exemplo de superação é o da ex ministra do meio ambiente Marina Silva que até os dezesseis anos de idade era analfabeta, criada no Amazonas e grande amiga do ambientalista, seringueiro e sindicalista Chico Mendes que defendia a floresta e os direitos dos seringueiros ( Chico só foi aprender a ler aos 20 anos de idade. Indignado com as condições de vida dos trabalhadores e dos moradores da floresta amazônica, tornou-se um líder do movimento de resistência pacífica. Defensor da floresta e dos direitos dos seringueiros, ele organizou os trabalhadores para protegerem o ambiente, suas casas e famílias contra a violência e a destruição dos fazendeiros, ganhando apoio internacional). Marina Silva se alfabetizou, formou-se em uma faculdade, passou a ser uma pessoa de grande influência no Brasil e quase tornou-se presidente do Brasil nas eleições de 2010.

Por lei, vinte e cinco por cento dos impostos arrecadados em todas os municípios devem se investidos em educação que muitas vezes não ocorre devido aos desvios de verbas e a corrupção, ou até mesmo o descaso, pois para muitos políticos, quanto mais ignorante for a massa, mas fácil será a manipulação, mais alienação, mais comando.

Portanto, é de suma importância dar valor à educação, pois ela é um investimento de mudanças, de conscientização, de inserção no mercado de trabalho, na estabilidade, qualidade de vida proporcionando à futura geração um futuro melhor. Questionem, perguntem, façam, não deixem que sejam manipulados por nada e ninguém, pois somos criados desde o ” descobrimento do Brasil” para sermos os subordinados, trocados e usados.


O Akimatsuri mantém viva as tradições, costumes, crenças e incentiva as manifestações artísticas e culturais japonesas. Como em todos os anos, tem uma grande programação de shows e eventos. Fiquei honrada em receber o convite do Programa Cidade Viva e do Leandro Sérgio em poder fazer parte da matéria dentro de um evento tão importante! Espero que todos vocês gostem da matéria comigo e Leandro Sérgio como repórter.

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