Extinção humana

Observa-se diariamente cenários de injustiças sociais, berço da civilização como a Africa do Sul, sendo explorada por superpotências nas quais retiram matéria prima do continente aonde nasceu a principal riqueza do mundo: A vida. Países com os maiores índices de desenvolvimento humano, econômico  e social crescendo a custa das mãos, suor e criatividade dos países subdesenvolvidos.

A exploração e disputa por riquezas naturais, territórios é interminável cujo o único objetivo é o poder.

É possível sim organizar uma corrente de reflexão e ação dentro do sistema capitalista em que vivemos. Seria utopico lutar por uma democracia socialista. Essa ideologia e geração já desempenhou um papel fundamental na história nos anos sessenta, cuja característica foi a liberdade de expressão, a participação política dos jovens ( valores estes que deveriam ser resgatados na atual geração, que não se importa muito em politizar), e a luta por uma democracia anti totalitarista e autoritária. Atualmente, se for para derrubar, que sejam as barreiras do impossível, o conformismo e ausência de reivindicações.

Se for para guerrear, que seja pela educação de qualidade, saúde, moradia a todos, distribuição de renda e acesso a cultura por aqueles que não têm oportunidades.

Se for para se perder que seja em uma noite estrelada aonde consegue-se ver um Deus sem estereótipos religiosos ou uso político da religião. Um Deus manifestado na natureza, nas atitudes boas, nos abraços, nas ações solidárias.

Se for para matar que seja a fome de milhões de crianças que morrem na África, no norte do Brasil, nos subúrbios da India… Da ruptura da ética, da corrupção e da imprensa que não mostra a realidade.

Se for para explorar que sejam os desejos de transformar as pessoas em seres mais HUMANOS.


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