Extinção humana

Observa-se diariamente cenários de injustiças sociais, berço da civilização como a Africa do Sul, sendo explorada por superpotências nas quais retiram matéria prima do continente aonde nasceu a principal riqueza do mundo: A vida. Países com os maiores índices de desenvolvimento humano, econômico  e social crescendo a custa das mãos, suor e criatividade dos países subdesenvolvidos.

A exploração e disputa por riquezas naturais, territórios é interminável cujo o único objetivo é o poder.

É possível sim organizar uma corrente de reflexão e ação dentro do sistema capitalista em que vivemos. Seria utopico lutar por uma democracia socialista. Essa ideologia e geração já desempenhou um papel fundamental na história nos anos sessenta, cuja característica foi a liberdade de expressão, a participação política dos jovens ( valores estes que deveriam ser resgatados na atual geração, que não se importa muito em politizar), e a luta por uma democracia anti totalitarista e autoritária. Atualmente, se for para derrubar, que sejam as barreiras do impossível, o conformismo e ausência de reivindicações.

Se for para guerrear, que seja pela educação de qualidade, saúde, moradia a todos, distribuição de renda e acesso a cultura por aqueles que não têm oportunidades.

Se for para se perder que seja em uma noite estrelada aonde consegue-se ver um Deus sem estereótipos religiosos ou uso político da religião. Um Deus manifestado na natureza, nas atitudes boas, nos abraços, nas ações solidárias.

Se for para matar que seja a fome de milhões de crianças que morrem na África, no norte do Brasil, nos subúrbios da India… Da ruptura da ética, da corrupção e da imprensa que não mostra a realidade.

Se for para explorar que sejam os desejos de transformar as pessoas em seres mais HUMANOS.


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Gravando!

Uma das melhores experiências profissionais que tive foi trabalhar como repórter no Programa Cidade Viva, um programa de entretimento com uma equipe unida, que veste realmente a camisa para levar informações ao público mogiano. Esse convite  feito pelo Leandro Sergio, repórter do programa e um mestre. Foi enriquecedor  trabalhar esse tempo,aprendi muito sobre a profissão de repórter e vou levar para toda vida. Nesse dia, fomos conferir uma noite de música de muita qualidade no projeto Quarta Nobre no Mogi Shopping, dessa vez com o músico Rafa Barreto. Espero que gostem!

 

Papo de butiquim

Isso é Brasil!

Terra da ginga, das cores, amores, do arroz e feijão.

Brasil das Teresas, dos Zés, das Marias, dos Joãos….

Brasil dos contrastes, das riquezas naturais, da musicalidade, das utopias e realidades.

Brasil personagem, Brasil pátria, Brasil manto que cobre o mundo com sua originalidade.

Prefiro pés no chão, na terra. Prefiro estar rodeada de pessoas verdadeiras ao meu lado do que um mundo fútil, repleto de formalidades e preconceitos. Valorizo o que é do meu país, a música, a comida, as pessoas, o estilo, a cultura a arte e o amor de ser brasileira. Gosto de entrar em todas as estruturas e ambientes e sair a mesma pessoa, com a mesma personalidade sem me julgar melhor ou pior que meus irmãos. Somos todos iguais, respiramos o mesmo ar, nos machucamos da mesma forma, amamos, odiamos, morremos e nossa obrigação é viver a vida intensamente, fazer nossa história e plantar o Bem!


Mudança




Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa. Mais tarde, mude de mesa.
Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua. Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente, observando com atenção os lugares por onde você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas. Dê os seus sapatos velhos. Procure andar descalço alguns dias. Tire uma tarde inteira para passear livremente na praia, ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda. Durma no outro lado da cama… Depois, procure dormir em outras camas. Assista a outros programas de tv, compre outros jornais… leia outros livros.
Viva outros romances.
Não faça do hábito um estilo de vida. Ame a novidade. Durma mais tarde. Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes, novos temperos, novas cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia. O novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, o novo amor.
A nova vida. Tente. Busque novos amigos. Tente novos amores. Faça novas relações.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, tome outro tipo de bebida, compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado… outra marca de sabonete, outro creme dental… Tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores. Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas, troque de carro, compre novos óculos, escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios, quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco. Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus.
Mude.
Lembre-se de que a Vida é uma só. E pense seriamente em arrumar um outro emprego, uma nova ocupação, um trabalho mais light, mais prazeroso, mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as. Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino. Experimente coisas novas. Troque novamente. Mude, de novo. Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores do que as já conhecidas, mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia. Só o que está morto não muda !
Repito por pura alegria de viver: a salvação é pelo risco, sem o qual a vida não
vale a pena!

Edson Marques

Um papel de todos

 

 


Marley, é um rapaz de classe média urbana, nascido em São Paulo no ano de 1970.Quando pequeno, trancado em seu apartamento, ficava assistindo televisão enquanto sua mãe se ocupava com os afazeres domésticos.

Seus desenhos preferidos eram: Scooby Doo, Tom e Jerry, Mickey e seus quadrinho eram o Batman, o Spider Man e o Super Homem.

Hoje, seu filho de dez anos assiste ao Cartoon e sua filha de 14 adora a Demi Lovato e já leu e assistiu a todos os filmes da saga Crepúsculo. Sua mulher compra todos os meses um produto da polishop e agora disse que vai comprar um maiô que deixa as curvas mais bonitas do Doctor Ray.

Essa semana Marley vai fazer um empréstimo no banco para comprar uma televisão de 42 polegadas e pagar a viagem dos sonhos da filha para a Disney. Antes de passar no banco, ele precisa ir ao shopping comprar um tênis para o filho e um novo i phone para ouvir indo para o trabalho.

E quem é Marley?

Bom, Marley é um rapaz de 40 anos de idade que mora na maior cidade do Brasil, onde ele e sua família, como muitas dessa geração, são os filhos, geração e produto de uma invasão cultural e um sistema linear.

Num país que é finito, não podemos viver num sistema linear, pois interagimos com diversas culturas, religiões, economias, políticas e sociedades. Nesse sistema existem falhas que vai da política e se estende na mentalidade do usar e jogar fora.

As pessoas vivem e trabalham ao longo desse sistema onde algumas são um pouco mais importantes do que as outras. Algumas têm um maior poder de decisão, como o governo. A função do governo é olhar por nós, cuidar de nós, porém o que vemos na maioria das vezes são escândalos políticos, cenas de corrupções, desvios das verbas públicas e a preocupação verdadeira é com o bem estar das corporações e o bem individualista.

Pagamos impostos para um asfalto mal feito, onde a placa na rua indica um gasto de 3 milhões de reais. Pagamos nossos impostos para encher os tanques dos militares, para enfrentar filas enormes em hospitais públicos, para nos depararmos com crianças pedindo esmolas nas janelas dos carros, para multiplicar o investimento no mercado armamentista, para alimentar o tráfico de drogas, de órgãos, de prostituição. Pagamos nossos impostos para não enxergar a injustiça social, para milhares de crianças e adolescentes deixarem as escolas, o conhecimento, para pegar em um machado e trabalharem nas lavouras.

Uma televisão talvez tenha sido montada por uma criança no México, seu plástico deve ter sido retirado da China, o metal na África do Sul e o petróleo no Iraque. Marley, personagem do início da história, não irá pagar na televisão que comprou.  Não irá pagar o custo da matéria

prima retirada, da exploração de crianças, da destruição e impacto ambiental na produção e liberação de toxinas das fábricas de eletroeletrônicos.

Quando pequenos, nossos pais sempre nos ensinaram a compartilhar o que era nosso, a sermos generosos. E o que fazemos depois de adultos?

Um jovem morador de rua um dia me responder que se tivesse muito dinheiro ele ajudaria sua família e daria roupas, alimentos, remédios, moradias, amor e carinho para outras pessoas que também não têm. Então por que alguém que não tem nada ainda deseja compartilhar, enquanto nós que temos de tudo insistimos em ser tão individualistas?

Aposto que nossos pais quando tinham a nossa idade não tinham as mesmas preocupações que as nossas. Hoje, tenho medo de respirar oxigênio, pois o ar é poluído e cheio de tóxicos. Tenho medo de ter um filho e ele não ter mais a mesma oportunidade que eu tive de saber e ver uma floresta, biodiversidade, um ecossistema, ver o céu azul e nadar nas águas do mar. Tenho medo da terra tremer, das ondas dos oceanos e das bruscas tempestades  invadirem a minha casa e da fúria da mãe natureza contra mim.

Em 1500, o país não só foi dito como descoberto, mas seria a partir daquele momento que ele não seria mais a terra de Pindorama, mas a terra do ponto de vista dominado, submetido, o que chamamos hoje de terceiro mundo.

Paul Brasil, ouro, café, cidades, indústrias…

Nós sustentamos o modo de vida que não é nosso. Encaramos a cultura européia como sinônima de evolução e até hoje nos anestesiamos para outras artes, literatura, tecnologia, lazer etc.

Só na Amazônia  perdemos 2 mil árvores por minuto para sustentar  grandes fazendas agrícolas e pecuárias. Plantamos arroz e feijão de melhor qualidade para ir para a mesa dos gringos. Alimentamos e adestramos os melhores gados para ir ao prato de gringos. Nessas mesmas fazendas são investidos milhões de reais, destruído milhões de florestas e exterminados milhares de famílias indígenas, raiz e sangue dessa pátria.

As pessoas precisam vender e comprar todo o lixo de substancias tóxicas o mais rápido possível em constante movimento, pois é essa rapidez que gera e mantém a bolsa e a economia do país em grande nível.  E a cada ano um novo modelo de carro, de eletroeletrônicos, de roupas, é fabricado para atrair mais consumidores.

Vemos nesses comerciais anúncios de produtos que supostamente você deveria comprar para lhe tornar um ser mais feliz e completo, caso contrário será inteiramente banido da sociedade.

Temos uma política do trabalhar, ver e pagar. Temos mais coisas do que tempo para sermos felizes.

Vivemos num sistema em crise e é preciso que todos nós enxerguemos isso.  Em vez da justiça se preocupar com a maioridade penal, ela deveria estar agindo nesse sistema falho para que a criança e o adolescente não tenham a necessidade de recorrer ao crime para se integrar socialmente, financeiramente e culturalmente.  Em vez do governo sujar suas mãos de

petróleo e esbanjar orgulho do mal que é feito ele poderia investir esse dinheiro em educação para todos de qualidade, projetos sociais e ambientais, na saúde pública e nas necessidades básicas da população.

Há quem diga que é irrealista idealista e que não pode acontecer, mas eu digo que quem é irrealista é aquele que quer continuar no velho caminho.

Precisamos nos livrar da mentalidade do usar e jogar fora, vamos fazer uma nova escola de pensamentos baseada na sustentabilidade e equidade, energia renovável, economias locais vivas, mais intervenção de jovens em todas as áreas, química verde, zero resíduo, uma sociedade alfabetizada, crítica, organizada e um governo que possamos ter orgulho de nos representar lá fora.

Não é como a gravidade que temos que conviver. As pessoas criaram esse sistema e nós também podemos mudá-lo. Por isso vamos criar algo novo, estudar e saber a vida dos nossos políticos, exercerem a verdadeira cidadania e fazer um país e um mundo melhor a cada dia.

Extinção da cura

 


Uma rara salamandra mexicana com capacidade de regenerar partes de seu corpo está sendo geneticamente modificada e poderá um dia ajudar humanos com amputações. O axolotl, também conhecido como salamandra mexicana, tem 15 centímetros e está quase extinta em seu único habitat, os poluídos canais que passam pela Cidade do México.

Mas o animal e a sua curiosa aparência, quase sorridente, está se reproduzindo com facilidade em laboratórios. Ele tem a capacidade de regenerar membros amputados, pele, órgãos, parte do cérebro e até a medula. Outros animais têm a capacidade de regeneração, mas apenas a salamandra mexicana consegue recriar tantas partes do corpo, e tantas vezes durante sua vida. No laboratório em que é conduzido o estudo, um axolotl que teve a perna arrancada por outra salamandra começa a recriar sua perna, com dedos e tudo.

“Humanos reparam seus tecidos, mas não perfeitamente, enquanto o axolotl, quando machucado, entra em um processo em que repetem o processo de um embrião”, explica Elly Tanaka, do Centro de Terapias Regenerativas, em Dresden, Alemanha. Tanaka teve sucesso em um experimento que adicionou um gene que emite brilho em axolotls sem nenhum pigmento, para observar o processo de regeneração. O objetivo é comparar a regeneração com o processo de cicatrização humano.

Depois da amputação, os vasos sanguíneos das salamandras se contraem rapidamente e impedem o sangramento, e as células epiteliais cobrem o machucado com o que é chamado de blastema, um conjunto de células semelhantes às células-tronco, que dão origem à nova parte do corpo. O genoma do axolotl é dez vezes maior que o dos humanos, mas Tanaka e outros cientistas esperam encontrar lá a resposta ao porquê da salamandra regenerar um membro novo perfeitamente, e não apenas parte dele, por exemplo.

Humanos têm a capacidade de regenerar uma ponta de um dedo, se ela for cortada acima da articulação. Se o machucado for limpo e protegido apropriadamente, o dedo consegue recuperar sua forma e impressão digital sozinho. “Logo humanos poderão aproveitar essa incrível habilidade (de regeneração)”, escreveram os especialistas Ken Muneoka, Manjong Han e David Gardiner em um artigo sobre a regeneração. Eles acreditam que em uma ou duas décadas partes do corpo humano poderão ser recuperadas, de modo semelhante ao das salamandras.

Quase extintas

Atualmente existem mais axolotls em cativeiro do que em seu habitat natural, e sua população nos canais da Cidade do México é constituída de apenas 400 salamandras, colocando-as em risco de extinção. O povo asteca construiu a cidade em uma ilha no meio de um lago que foi drenado durante os séculos de exploração dos espanhóis e pelo crescimento urbano. Os astecas comiam as axolotls e usavam as salamandras também na medicina, e acreditavam que os animais eram reencarnações do deus Xolotl, que teria passado por uma metamorfose para não ser sacrificado.

As salamandras mexicanas são ameaçadas por derramamentos químicos nos canais da cidade, águas provindas de esgotos e também por populações não nativas de peixes, que competem com elas por comida no habitat. Luis Zambrano, da Universidade Autônoma do México, afirma que se os axolotls desaparecem em seu habitat natural, isso terá implicações na diversidade genética das populações de salamandras usadas em pesquisas.

No México, a redução foi mais evidente no cerro San Felipe, uma reserva no Estado de Oaxaca, entre as espécies que viviam a 2.800/3.000 metros ao redor. A mais comum, Pseudoeurycea smithi, praticamente desapareceu. Onde antes se podia encontrar centenas em uma única manhã, os pesquisadores encontraram apenas um ou duas nos últimos dez anos. O problema se estende até a cidade do México. Ao norte da capital, no Parque Nacional El Chico, ex-paraíso das salamandras, as populações diminuíram radicalmente. Wake observou que as espécies que dependem das salamandras, como a serpente que se alimenta delas, também diminuíram de modo significativo.

Em algumas regiões, o hábitat foi muito alterado nos últimos 30 anos pelo desmatamento ou pela expansão agrícola. Como a redução de exemplares foi tão ampla, mesmo em áreas protegidas como o guatemalteco vulcão Chicabal, os cientistas suspeitam que a mortandade de anfíbios se deve ao fungo Chytrid, à mudança climática ou a uma combinação de ambos. Desde a década de 80, culpa-se o Chytrid pelas abruptas reduções da população anfíbia na América. Trata-se de um fungo que mata rapidamente e que se expande em ondas.

Mas as alterações climáticas também afetam os anfíbios, que não podem adaptar-se ou trasladar-se rapidamente para áreas mais adequadas. A maioria das salamandras afetadas vive em elevações médias ou altas, o que sugere que o clima mais quente as empurra para essas áreas mais frescas, que também são mais inóspitas. Se a estação da seca dura mais que o normal nas florestas nubladas, é suficiente para que esses animais sejam mais suscetíveis ao fungo, especulou Rovito.

As salamandras passam despercebidas, menos para as crianças curiosas. E ainda assim há, na maioria das florestas, um tapete oculto de salamandras que constituem a maior parte da biomassa, mais que os pássaros e os mamíferos juntos, disse Wake. “Não se pode eliminá-las sem causar um profundo efeito no ecossistema”, disse o cientista, que fez pesquisas, entre 1969 e 1978, sobre o principal hábitat da salamandra no México e na Guatemala. Wake recordou que nos anos 70 encontrou muitos milhares delas por hectare em San Marcos e outros lugares. O agravamento da guerra civil guatemalteca (1960-1996) o obrigou a por fim às suas observações.

O cientista guatemalteco Carlos R. Vasquez Almazán, do Museu de História Natural da Universidade de San Carlos, convidou Wake e seus colegas para voltarem aos locais que haviam estudado. Gabriela Parra Olea, do Instituto de Biologia da Universidade Nacional Autônoma do México, liderou a equipe que voltou a estudar os sítios mexicanos. As salamandras pulmões respiram através de sua pele, como as rãs, e podem ser encontradas desde o Canadá até a América do Sul. Embora não tão estudadas nos trópicos, “são enormemente importantes nos ecossistemas florestais”, disse Wake.
E isso é um fato real. Além dessa incrível matéria que o pé de história gostaria de compartilhar, é preciso que todos entendam o quadro, a situação em que o mundo se encontra. Você deve estar pensando: ”Por que quero ler a respeito de uma salamandra de aparencia estranha?”

Por exemplo, essas salamandras comem muitos insetos. Em áreas onde as rãs – outras grandes comedoras de insetos – desapareceram, os riachos acabaram cobertos de algas, segundo mostram outros estudos, acrescentou. As salamandras constituem um grupo de espécies de grande diversidade, que existiu durante 150 milhões de anos. “E aqui parece que estão se extinguindo apenas no curso da minha vida”, afirmou Wake. “Sem dúvida há algo que vai muito mal”, concluiu. Em certas regiões não se encontram mais salamandras onde há apenas uma década atrás eram abundantes, diz estudo. E tem mais. As próximas gerações dessas espécies estão nascendo com deformações visíveis internas e externas de seus corpos em que o agente principal da causa chama-se poluiçao. Todos os dias os rios do México, Brasil, EUA, Índia, China, África entre outros recebem degetos e produtos tóxicos resultando em um grande impacto na vida e no ecossistema de milhões de espécies incluindo a flora e a fauna.  Para encerrar o assunto ( não a reflexão) gostaria de deixar um provérbio do cacique Seattle em uma carta enviada ao presidente dos EUA em 1855:

“Quando a última árvore for cortada,

o último rio envenenado,

 e o último peixe morto,

descobriremos que não podemos comer dinheiro…”