Miscigenação que move o mundo

O Brasil é um país no qual a miscigenação está no âmago da formação da sociedade brasileira. As marcas históricas das imigrações são visíveis na própria formação física, na identidade, resultando uma pátria que carrega a origem européia, indígena e negra, mas com discriminações.

É preciso inicialmente, analisar que, no período da colonização, o país era um vasto território natural ocupado por indígenas cujas tribos possuíam a divisão do trabalho entre os homens, responsáveis pela caça e guerrear, enquanto as mulheres faziam o alimento e cuidavam da tribo. Aos poucos os portugueses colonizaram a terra e impuseram os núcleos da formalidade, a moral, a religião, a cultura e a regra patriarcal européia. As relações familiares eram organizadas a partir da autoridade do chefe de família onde o homem representava o poder e a mulher era confinada ao espaço doméstico, submetida à figura do patriarca.

Simbolicamente não existiu nenhuma figura feminina nos primeiros trezentos anos de colonização. Apenas após o período de independência, com a chegada da família real, a abertura dos portos, investimentos no desenvolvimento das cidades e o fluxo de mais pessoas dando presença a damas na realeza que se destacou, por exemplo, a figura da baiana Maria Quitéria, escondida no disfarce de homem militar, que lutou pela independência do Brasil, movida pela bravura, o inconformismo na sociedade e o contexto em que vivia.

Ao longo dos anos, boas partes das mulheres permaneceram confinadas em casa, conquistando vagarosamente uma lei à educação feminina no período do Império, permitindo que as meninas participassem dos níveis básicos da escola, mas proibindo suas presenças nos níveis superiores.

No século XIX, surgiram sinais de que as mulheres emergiam um papel ativo socialmente. Nessa época, no Rio de Janeiro,
Chiquinha Gonzaga tornou-se a primeira maestrina popular brasileira, participando também ativamente do movimento abolicionista, já que se vivia uma época de escravidão entre os negros. Foi um período em que a luta pelo respeito de direitos básicos às mulheres misturou-se por vezes à militância abolicionista, pois elas batalharam para serem aceitas como seres humanos com capacidades iguais às dos homens e reconheceram com facilidade a crueldade da
escravidão.

Durante o Império, apenas homens livres e com alta renda possuíam direito ao voto. Com a chegada da República, ele passou
a ser um direito de todos que eram alfabetizados com mais de vinte e um anos de idade, enquanto as mulheres conquistaram o mesmo direito ao exercício de cidadania apenas no governo do presidente Getúlio Vargas, nos anos trinta, que
instituiu como o novo Código Eleitoral e o direito de voto feminino.

Nesse mesmo período uma judia alemã com alma brasileira, Olga Benário, defensora do comunismo, lutou fervorosamente para acabar com um regime nazista e contra as injustiças sociais. Casou-se com o líder comunista brasileiro, Luís Carlos Prestes, ambos viveram no Brasil sob a clandestinidade até serem descobertos pela polícia e ela deportada para a Alemanha dando luz a sua filha em um campo de concentração.

Foi no pincel de Tarsila do Amaral que um Brasil saiu da obscuridade, trazendo personagens que um dia não tiveram o seu
valor e transformando- os em imigrantes protagonistas de suas obras: nordestinos, mulatas, índios, caboclos, destacaram-se na arte modernista.

Obstinada e com uma personalidade forte e revolucionária, irmã Dulce, uma freira baiana dedicou sua vida em prol da comunidade carente. Deixando um grande exemplo de solidariedade ao mundo, ela desempenhou com amor trabalhos sociais ajudando milhares de enfermos e pobres.

Mas, foi nos anos sessenta que os movimentos feministas atingiram então sua força máxima. Época
em que a generalização dos métodos contraceptivos, principalmente a pílula anticoncepcional ofereceu às mulheres mais controle sobre o próprio corpo. Enquanto intelectuais e escritoras como a norte americana Betty Friedan questionavam em suas obras o tradicional papel feminino dentro da sociedade, um movimento de mulheres invadiu as universidades, as ruas e o mundo do trabalho em boa parte do planeta.

Entre os protestos por democracia, ouvem-se também as vozes femininas, incluindo as da nossa atual presidenta, Dilma Rousseff, então uma universitária revolucionária na época.

Foi na simplicidade, que Cora Coralina, doceira de setenta e seis anos, produziu obras poéticas ricas em motivos do cotidiano e sensibilizou as pessoas. Segundo ela: ‘’ muitas vezes bastava ser: o colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silêncio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove. E isso não é coisa de outro mundo, é que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem
longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz é aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina’’.

No mundo contemporâneo, embora todos os esforços realizados pelas gerações passadas ainda existe a desigualdade entre
os gêneros: as mulheres recebem salários inferiores aos dos homens, apesar de terem o mesmo cargo, há violência doméstica e sexual; machismo, desvalorização da imagem feminina pela grande exposição na mídia e além de tudo isso, elas sustentam com dignidade o núcleo familiar, ou seja, possuem deveres e raramente são reconhecidas.

Em face do exposto, é imprescindível que o novo palco da história contenha personagens que sejam individualizadas por suas
essências, caráter, valores e ética ao contrário da cor da pele, da etnia, da opção sexual e principalmente do gênero.

As diferenças entre homens e mulheres sempre existirão. E, se no passado muitos se sacrificaram pelos direitos humanos, hoje
nós devemos criar uma corrente de reflexão e ação para um mundo mais justo e igualitário.

Extinção humana

Observa-se diariamente cenários de injustiças sociais, berço da civilização como a Africa do Sul, sendo explorada por superpotências nas quais retiram matéria prima do continente aonde nasceu a principal riqueza do mundo: A vida. Países com os maiores índices de desenvolvimento humano, econômico  e social crescendo a custa das mãos, suor e criatividade dos países subdesenvolvidos.

A exploração e disputa por riquezas naturais, territórios é interminável cujo o único objetivo é o poder.

É possível sim organizar uma corrente de reflexão e ação dentro do sistema capitalista em que vivemos. Seria utopico lutar por uma democracia socialista. Essa ideologia e geração já desempenhou um papel fundamental na história nos anos sessenta, cuja característica foi a liberdade de expressão, a participação política dos jovens ( valores estes que deveriam ser resgatados na atual geração, que não se importa muito em politizar), e a luta por uma democracia anti totalitarista e autoritária. Atualmente, se for para derrubar, que sejam as barreiras do impossível, o conformismo e ausência de reivindicações.

Se for para guerrear, que seja pela educação de qualidade, saúde, moradia a todos, distribuição de renda e acesso a cultura por aqueles que não têm oportunidades.

Se for para se perder que seja em uma noite estrelada aonde consegue-se ver um Deus sem estereótipos religiosos ou uso político da religião. Um Deus manifestado na natureza, nas atitudes boas, nos abraços, nas ações solidárias.

Se for para matar que seja a fome de milhões de crianças que morrem na África, no norte do Brasil, nos subúrbios da India… Da ruptura da ética, da corrupção e da imprensa que não mostra a realidade.

Se for para explorar que sejam os desejos de transformar as pessoas em seres mais HUMANOS.


Resgate de Valores



Há algum tempo vem existindo um apagão nos recursos humanos. Um país não se desenvolve se não investir em tecnologia, inovação, saúde e principalmente em educação.

É preciso em primeiro lugar, lembrar que se nas escolas fosse disponível laboratórios, aulas no período integral, bibliotecas, salas de informática, alimentação, os economistas apontam que seria preciso gastar dez por cento do PIB por dez anos. Educação em período integrado não é como escola, pois ocorre no horário normal de um período, combinando com outras atividades pedagógicas em que a criança e o jovem possa ir a museus, visitar parques, comunidades e assim será educado por outras práticas que não necessariamente em sala de aula.

Não se pode esquecer que para isso ocorrer é preciso melhorar a qualidade do gasto público e evitar desvios de verba pública como acontece no nordeste brasileiro em que são roubados os recursos públicos e também o futuro das crianças e adolescentes.

Além desse fator, não se pode esquecer que ainda existem quinze milhões de jovens analfabetos, quaretna por cento de crianças que, se alfabetizam, mas que não entram ou concluem o ensino médio. É imprescindível aumentar os investimentos, gerar igualdade de oportunidades para que o país possa fazer juízo das imensas oportunidades que ele tem.

Temos o exemplo de um presidente da república que mesmo sem ter conhecimento acadêmico que muitos tiveram por ausência de oportunidades, passou fome e muitas dificuldades na vida no lugar onde nasceu e cresceu, em Pernambuco, mas conquistou um país, o mundo e foi um dos únicos presidentes que governou e que pagou a dívida externa, desenvolveu planos pra melhoria do país focando nos menos favorecidos e foi o povo que o elegeu pois confiaram em um deles. É claro que ainda há muito o que fazer, muitas falhas no sistema mas se for observar o contexto histórico do país, encontraremos um desenvolvimento notável.

Outro exemplo de superação é o da ex ministra do meio ambiente Marina Silva que até os dezesseis anos de idade era analfabeta, criada no Amazonas e grande amiga do ambientalista, seringueiro e sindicalista Chico Mendes que defendia a floresta e os direitos dos seringueiros ( Chico só foi aprender a ler aos 20 anos de idade. Indignado com as condições de vida dos trabalhadores e dos moradores da floresta amazônica, tornou-se um líder do movimento de resistência pacífica. Defensor da floresta e dos direitos dos seringueiros, ele organizou os trabalhadores para protegerem o ambiente, suas casas e famílias contra a violência e a destruição dos fazendeiros, ganhando apoio internacional). Marina Silva se alfabetizou, formou-se em uma faculdade, passou a ser uma pessoa de grande influência no Brasil e quase tornou-se presidente do Brasil nas eleições de 2010.

Por lei, vinte e cinco por cento dos impostos arrecadados em todas os municípios devem se investidos em educação que muitas vezes não ocorre devido aos desvios de verbas e a corrupção, ou até mesmo o descaso, pois para muitos políticos, quanto mais ignorante for a massa, mas fácil será a manipulação, mais alienação, mais comando.

Portanto, é de suma importância dar valor à educação, pois ela é um investimento de mudanças, de conscientização, de inserção no mercado de trabalho, na estabilidade, qualidade de vida proporcionando à futura geração um futuro melhor. Questionem, perguntem, façam, não deixem que sejam manipulados por nada e ninguém, pois somos criados desde o ” descobrimento do Brasil” para sermos os subordinados, trocados e usados.

Papo de butiquim

Isso é Brasil!

Terra da ginga, das cores, amores, do arroz e feijão.

Brasil das Teresas, dos Zés, das Marias, dos Joãos….

Brasil dos contrastes, das riquezas naturais, da musicalidade, das utopias e realidades.

Brasil personagem, Brasil pátria, Brasil manto que cobre o mundo com sua originalidade.

Prefiro pés no chão, na terra. Prefiro estar rodeada de pessoas verdadeiras ao meu lado do que um mundo fútil, repleto de formalidades e preconceitos. Valorizo o que é do meu país, a música, a comida, as pessoas, o estilo, a cultura a arte e o amor de ser brasileira. Gosto de entrar em todas as estruturas e ambientes e sair a mesma pessoa, com a mesma personalidade sem me julgar melhor ou pior que meus irmãos. Somos todos iguais, respiramos o mesmo ar, nos machucamos da mesma forma, amamos, odiamos, morremos e nossa obrigação é viver a vida intensamente, fazer nossa história e plantar o Bem!


O indivíduo frente a ética nacional


 

Somos um país miscigenado, culturalmente ricos, temos vastas riquezas naturais, uma biodiversidade grandiosa. Estamos crescendo economicamente sendo posicionados como um país desenvolvido. Acontece que ainda há muita probeza, muita falta de distribuição de renda e principalmente há corrupção responsável por inúmeros desastres, violencia e ausencia de ética.

É fundamental notar os inúmeros escândalos que observamos nos meios de comunicação envolvendo políticos, mensalão, desvios, aumento de salário dos nossos representantes, assim como os deputados.

A camera dos deputados é composta por volta de 613 membros, que recebem um salário mensal de aproximadamente R$16.000,oo. A quantidade de deputados é estabelecida no ano anterior às eleições , já que o número de representantes por cada estado é fixado conforme o quantitativo de habitantes de cada unidade federativa.

Ok, vocês devem estar achando uma chatice esse texto, um verdadeiro besteirol sem utilidade alguma.  Agora pensa bem que se formos parar e pensar no que nos rodeia isso faz sentido e o nosso país está uma bagunça!

Nas eleições de 2010 para deputado federal, Tiririca foi o deputado mais votado por São Paulo com cerca de 1 milhão de votos. O povo não elegeu apenas um palhaço, mas ajudou a eleger muitos outros políticos do seu partido como Marcelo Crivela que talvez vocês não saibam mas ele é sobrinho de Edir Macedo, proprietário da TV Record da qual Tiririca é funcionário.

Na coligação para a qual Tiririca é puxador de votos, vejam bem: PUXADOR DE VOTOS, estão candidatos envolvidos no mensalão. O povo por inocencia às graças de um palhaço e por ignorancia contribuiu para que o Brasil decaísse mais.

Ademais corrupções em diversas áreas, setores,lugares. Assim como as milícias que são grupos criminosos formados por políciais e bombeiros, fora de serviço ou na ativa que controlam por meio contribuições dezenas de favelas no Rio de Janeiro, mas que gera muita violência, mortes e extorção de pagamentos em troca de proteção.

A corrupção está na nossa própria segurança, nos meios de trabalho, de educação, de saúde e até em meios de comunicação.

Há muitos jornais comprados por políticos, muitos canais televisivos manipulados por corruptos e que manipulam a sociedade. E sabe quem sustenta todo esse sistema? Sim, somos nós.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas afirma:

” Todos os seres humanos  nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciencia, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade”

Em face do exposto é fundamental que os Direitos Humanos deixem de ser utopias escritas em uma folha de papel e passe a ser executado em nossa sociedade cada vez mais ausente de ética. O futuro depende de um sistema honesto, limpo, transparente que invista na educação, na saúde, nos direitos básicos de cada um.

Vamos dar lugar a preocupação da construção de inúmeros presídios, com mais projetos sociais, mais escolas, mais hospitais e meios que tragam a melhoria da sociedade.

Utopia não vivida


Logo após realizar a leitura ‘’1968 O Ano Que Não Terminou’’ do jornalista Zuenir Ventura, nós nos sentimos rodeados numa atmosfera de paixão, impulsividade, utopia não vivenciada com um espírito de transformação, pois foi um ano em que o Brasil era governado por um regime militar autoritário que decretou o fim da liberdade de expressão dando lugar à censura e a perseguição daqueles que fossem contra o sistema.

É fundamental notar que após o golpe militar o país não seria o mesmo. Melhor dizendo, após a decretação do Ato Institucional número 5 que trouxe plenos poderes ao governo e acabou com uma serie de liberdades individuais, a sociedade sofreu transformações positivas e negativas.

A geração de 68, principalmente aqueles que lutaram contra a ditadura, foram para a prisão, para o exílio, morreram e deixado heranças boas e negativas, sendo a última exemplificada pelas drogas que representaram aos jovens o caminho para a ampliação do conhecimento, do autoconhecimento, da expansão da consciência, todas aquelas ilusões e o que se observou é que as drogas são um instrumento de morte e hoje é dominada por multinacionais, uma grande fonte de renda ao país e um dos negócios mais rentáveis do mundo.

Nota-se por outro lado a herança boa que a geração de 68 deixou.  Os nossos ‘’heróis’’ foram os jovens que cresceram deixando o cabelo e a imaginação crescerem. Eles amavam os Beatles e os Rolling Stones.  Protestavam ao som de Caetano, Buarque, Vandré. Viam Glauber e Godard, andavam com a alma incendiada de paixão revolucionária e não perdoavam os pais reais e ideológicos por não terem evitado o golpe militar de 1964. Era uma juventude que se acreditava política e achava que tudo deveria submeter ao político: o amor, o sexo, a cultura, o comportamento. Segundo Zenir Ventura, jornalista e autor das obras ‘’1968, o ano que não terminou’’ e ‘’1968 o que fizemos de nós’’. ‘’Houve muitas conquistas na época, sobretudo no plano do comportamento, a condição feminina avançou muito. Não digo o fim do autoritarismo, mas houve  um pouco a desmoralização do autoritarismo nas relações entre marido e mulher, entre professor e aluno, entre pais e filhos. Acho que é no plano do comportamento que você vai encontrar o que 68 tivemos de melhor. Fizeram realmente uma revolução não apenas política, mas também comportamental… ’’

Em suma, uma simples arqueologia dos fatos pode dar a impressão de que esta é uma geração falida, pois ambicionou uma revolução total e não conseguiu mais do que uma revolução cultural. Arriscando a vida pela política ela não sabia, porém, que estava sendo salva historicamente pela ética. O conteúdo moral é a melhor herança que a geração de 68 poderia deixar para um país cada vez mais governado pela falta de memória e pela ausência de ética.


Na Copa, mais do que nunca, o mundo é uma bola

O que é uma bola?

De onde se vê, seja de qual ângulo for ela é sempre igual. A bola não possui ângulo, não admite pontos de vista diferentes.

Talvez isso explique o fascínio que ela exerça sobre as pessoas de todo o mundo.  Quando ela começa a rolar pelo gramado vão ficando cada vez mais distantes o fascínio pelo poder, as fronteiras territoriais, as classes sociais, as mudanças climáticas, os conflitos bélicos.  A ganância, a exploração e a mesquinhez do homem ficam do lado de fora do gigantesco estádio da hipocrisia.

Sejam judeus ou muçulmanos, cristãos ou protestantes, pobres ou abastados, globais ou locais centro ou periferia, as únicas cores que diferenciam todos esses olhares são as de suas bandeiras, que num bailado espontâneo, se congraçam, se harmonizam, tremulam alegres, ensinando-nos toda a beleza da diversidade humana.

O mundo é uma bola. Por mais que insistam em chutá-lo para escanteio, Deus costurou cuidadosamente cada um de seus gomos para que não sejam desfeitos.

E é na copa, em um mês a cada quatro anos que aprendemos, para novamente, esquecermos nos próximos três, que a raça humana deveria ser comemorada como se fosse o gol mais bonito.

Inspiração do homem da minha vida, meu pai!